quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Às avessas

Eu vivo a vida que não tenho.
Sofro a paixão que não existe
Para suprir a rotina estranha
Do amor constantemente triste.

Eu sonho!

Mas não busco a felicidade
(efetivamente).

Sou o avesso
Que sente:
Eu amo como quem mente.

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