sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Como há partida

Era uma tristeza,
Era uma alma inerte,
Eram as nuvens,
O vazio,
Era estranha e falsa a frieza.
Era uma vontade,
Uma verdade, reprimida
Era a confusão.
E um choro escondido,
Choro bandido,
Que parte do coração.
Eram pancadas mudas,
Uma razão surda,
E palavras que passam
Sem razão de ser.
A espera que virou angústia,
Sonho, renúncia
E sofrer.
É o coração que aperta
E o corpo que parte, mas vai só.

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